Quietude

Yoga 02/02/2015 por Ofélia Jesus

A escrita invade-me, murmura-me ao ouvido
- Toca a melodia ao ritmo certo
- Ensaia as palavras, fá-las dançar
- Ajusta as posições, observa a evolução do texto
- Gostas ?

Tiro o caderno e a caneta.
Sozinha convivendo comigo e com a natureza.

Paira a quietude, sinto a paragem …
A ouvir o som do mar
A observar as ondas, como se formam, enrolam e deslizam
A sentir o vento fresco na face
Vislumbrando as dunas envoltas em vegetação, própria da costa litoral

Neste pequeno monte com este cenário, desfruto de uma completa
sensação de paragem.

Este momento recorda-me

“Tu és Liberdade, Plenitude e Consciência”

Desafios os leitores a experiênciarem momentos de quietude e paragem das suas
tarefas diárias cada vez mais aceleradas e exigentes.

O cenário pode ser um qualquer, o sentimento é a essência.

Não pense que estar só, parar e aquietar a mente significa alienação,
pelo contrário é uma forma de nos conhecer-mos, fortalecer a nossa capacidade de aceitação e decisão.

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